JAMES BOND

Adiós a Daniel Craig: ya se ha elegido a la nueva James Bond

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Tras años de incesantes rumores, en este Día de las Bromas de Abril, por fin se ha confirmado la noticia… Ya conocemos la identidad de la persona que interpretará al próximo James Bond.

Nombres como Aaron Taylor-Johnson, Tom Holland, Harris Dickinson, Scott Rose-Marsh y Callum Turner sonaban como posibles candidatos para encarnar al próximo súper espía, y los últimos informes apuntaban a que el actor australiano de 28 años Jacob Elordi era el favorito del momento para ponerse en la piel de 007. Ahora, ‘Euronews Culture’ puede poner fin oficialmente a toda especulación al desvelar que James Bond será… la actriz y cantante irlandesa Jessie Buckley.

Jessie Buckley
Jessie Buckley – AP Photo

Han leído bien, James Bond estará interpretado por una mujer por primera vez, después de que Lashana Lynch asumiera brevemente el manto de 007 en la despedida de Daniel Craig como Bond, la cinta de 2021 ‘No Time To Die’.

Buckley saltó a la fama gracias a su papel de Rose-Lynn Harlan en ‘Wild Rose’ (2018), de Tom Harper. A sus 36 años, encadenó aquel papel aclamado por la crítica con ‘I’m Thinking of Ending Things’, ‘The Lost Daughter’, ‘Men’ y ‘The Bride!’, antes de hacerse este año con el Oscar a la mejor actriz por su interpretación en ‘Hamnet’. Se convierte así en la primera intérprete ganadora de un Oscar en ser elegida para dar vida a Bond.

Jessie Buckley con su Oscar a la mejor actriz por su papel en 'Hamnet'
Jessie Buckley con su Oscar a la mejor actriz por su papel en ‘Hamnet’ – AP Photo

También se han adelantado más fichajes, con Tom Hiddleston como el primer “chico Bond” de la franquicia, llamado Fitty McCrotch, y la nueva M, que interpretará nada menos que Gillian Anderson. En ambos casos, elecciones francamente inspiradas.

Un portavoz de Amazon declaró a ‘Euronews Culture’: “Nos distanciamos de la postura anterior de la responsable de la franquicia, Barbara Broccoli, que sostenía que Bond solo debía ser interpretado por un hombre. Estamos encantados de contar con Jessie Buckley. Además, sus iniciales también son ‘JB’, lo cual es una delicia. Y su formación como cantante la convierte en la candidata ideal para el proyecto, ya que llevamos tiempo pensando en introducir algunos números musicales en la receta”.

En cuanto al género musical que podría incorporarse a esta audaz nueva etapa para Bond 26, nuestra fuente reveló: “Principalmente folk, el género que Buckley bordó en ‘Wild Rose’, que recomendamos como visionado imprescindible antes de comprar la entrada para ver la nueva película de James Bond”.

Cuando se le preguntó qué había detrás de este cambio de género, el portavoz respondió: “Ya era hora de menear un poco las cosas, porque la mayoría del público preferiría beber avispas (agitadas y revueltas) antes que ver otra versión clónica de Bond”.

Y continuó: “Daniel Craig fue una elección de reparto inspirada y demostró cómo el personaje podía actualizarse y enriquecerse durante sus años en el papel. Muy pronto, en el proceso de casting de Bond 26, nos dimos cuenta de que intentar seguir sus pasos era una misión condenada al fracaso. Así que hemos decidido optar por una interpretación radicalmente nueva, que sin duda dará que hablar”.

“Y cuando decimos que dará que hablar, nos referimos a que desatará la ira de incontables misóginos, cuyos frágiles egos y retorcido sentido de la masculinidad se verán violentados por la noticia de que un espía de ficción vaya a ser interpretado por una mujer”, precisó.

Jessie Buckley
Jessie Buckley – AP Photo

Al preguntar qué planes hay para no espantar a potenciales espectadores que puedan ver con recelo esta decisión de reparto y el cambio de tono, desde ‘Euronews Culture’ nos dijeron: “No vamos a defraudar a los fans de siempre. Disfrutarán de esta nueva evolución del mundo del espionaje creado por Ian Fleming”.

“En cuanto a los detractores, cuyas ‘hot takes’ sobre nuestra decisión estarán enredadas en el sexismo más visceral y en acusaciones de ‘woke’ tan corrosivas para la cordura como previsibles, confiamos en que estén demasiado ocupados haciendo ‘looksmaxxing’ para ‘aumentar su valor en el mercado sexual’ como para reunir la fortaleza intelectual necesaria para registrar mentalmente este anuncio”.

El portavoz concluyó añadiendo: “Abajo la ‘manosphere’, larga vida a Buckley y en pie ante el absoluto tesoro de la pantalla que es Gillian Anderson… ¡Anderson in the Houuuuuse!”. Pues eso.

Bond 26 estará dirigida por Denis Villeneuve y la escribirá el creador de ‘Peaky Blinders’, Steven Knight. Será la primera película de Bond desde que Amazon asumió el control creativo total de la franquicia, tras la retirada de los veteranos productores Barbara Broccoli y Michael G. Wilson.

El todavía sin título Bond 26 comenzará a rodarse el próximo año y se estrenará en 2028. Y para quienes ahora mismo estén echando humo, echen un vistazo a la fecha de publicación de este artículo y plantéense buscar algo de ayuda profesional, porque la franquicia Bond debería considerarse afortunada de contar con un reparto tan impresionante como este. Como dicen los angloparlantes: ‘Happy April Fools’ Day’!

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James Bond, recessão e relacionamentos: O que vai acontecer em 2025? Faça sua aposta!

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Recentemente, novos estilos de apostas estão se tornando muito populares entre o público brasileiro, expandindo esse mercado para além das tradicionais apostas esportivas. Entre esses novos estilos, estão as apostas futuras, que antecipam o resultado de eventos e situações que irão demorar semanas ou até mesmo meses para acontecer.

Além delas, as apostas especiais e personalizadas também são destaque, pois possibilitam que os apostadores palpitem em diversos temas relacionados à política, mercado financeiro, cultura pop e muito mais. Com um apelo divertido e imprevisível, essas apostas são diferentes do convencional e capazes de despertar a atenção de vários perfis de apostadores.

Na Stake, os usuários têm acesso as melhores apostas futuras, especiais e personalizadas, sendo possível encontrar mercados diversificados, que englobam os temas mais discutidos do momento. A seguir, confira como funciona esse novo modelo promissor de apostas e porquê ele está se tornando tão popular.

Os principais mercados de apostas futuras e especiais



Com temas que vão desde economia até a vida pessoal das celebridades, descubra um pouco mais sobre os principais mercados futuros e especiais de 2025.

Quem será o próximo James Bond?



Desde que Daniel Craig anunciou sua saída da franquia de filmes do 007 após protagonizar quatro filmes, são cada vez maiores as especulações sobre quem será o substituto ou a substituta do ator para interpretar o agente secreto mais famoso do cinema. No início, algumas fontes de Hollywood levantaram a hipótese de que haveria uma inversão de gêneros, com uma mulher assumindo o papel de protagonista da franquia. Entre os nomes mais cotados nesse sentido, o principal foi o de Phoebe Waller-Bridge, conhecida pela série de comédia dramática Fleabag.

Porém, no início de 2025, quando a Amazon MGM Studios assumiu o controle criativo da franquia 007, a nova teoria divulgada na imprensa é de que o próximo ator continuará sendo um homem britânico, dando continuidade ao perfil já consagrado do agente secreto. Com base nessa previsão, vários nomes despontam como os favoritos no mercado de apostas de quem será o novo James Bond.

O ator Aaron Taylor-Johnson, de 34 anos, é um dos mais cotados, sendo um rosto já reconhecido do público pelos seus papéis em Trem-Bala e Nosferatu. Paul Mescal, que recentemente protagonizou o blockbuster Gladiador 2, é outro nome que ganhou força nos últimos meses. Além deles, astros como Regé-Jean Page, que estrelou a primeira temporada de Bridgerton, Idris Alba, de filmes como Esquadrão Suicida e Era Uma Vez um Gênio, e Joe Alwyn, de O Brutalista, também já tiveram seus nomes associados ao papel.

Por enquanto, ainda não há uma data definida para o próximo filme da franquia, mas a Amazon MGM Studios já anunciou que Denis Villeneuve será o diretor do longa. Responsável por filmes de grande repercussão mundial, como a franquia Duna e o longa Blade Runnr 2049, o diretor franco-canadense é reconhecido por seu estilo futurístico e por trabalhar com elencos bastante estrelados. Após a escolha por Villeneuve, tudo indica que o passo seguinte na pré-produção do novo 007 será definir o protagonista, para que assim o filme possam ser lançado nos cinemas entre 2027 e 2028.

Taylor Swift e Travis Kelce vão ficar noivos?



Devido ao impacto e a relevância de Taylor Swift e Travis Kelce em suas respectivas áreas, que são o cenário musical e esportivo, há uma grande curiosidade do público sobre eles. Não por acaso, o mercado de apostas acerca do futuro do relacionamento dos dois desponta como um dos mais procurados entre as apostas em entretenimento e celebridades.

Para explicar o interesse pela vida pessoal da cantora, é preciso relembrar o auge do sucesso alcançado por ela em 2023, quando foi nomeada Personalidade do Ano pela revista Time, mesmo período em que também levou multidões aos seus shows com a popular The Eras Tour, a qual se transformou na turnê mais lucrativa de todos os tempos. Na época, após o término de um romance rápido e conturbado com Matty Healy, vocalista da banda britânica The 1975, a cantora surpreendeu a todos ao aparecer em público com Travis Kelce, jogador de futebol americano que defende a camisa do Kansas City Chiefs.

Em poucos meses de namoro, Taylor Swift já havia se tornado uma presença constante nos jogos dos Chiefs, apoiando Kelce durante a campanha espetacular do time na temporada de 2023-24, que culminou em uma vitória épica no Super Bowl. Mais do que isso, o envolvimento indireto da cantora com a NFL fez com que o interesse do público feminino por futebol americano aumentasse em todo o país, gerando recordes de audiência e engajamento para a liga.

Em 2025, após quase dois anos juntos, a relação parece mais firme do que nunca, com informações de que ambos já estariam bastante familiarizados com a família um do outro, e prontos para dar um passo adiante. Se isso realmente acontecer, essa será a primeira vez que Taylor Swift ficará noiva, algo que chegou a ser bastante especulado em seu relacionamento anterior com o ator Joe Alwyn, mas que nunca se concretizou. 

Bitcoin irá ultrapassar o valor de US$ 120 mil?



Em meio às tensões e incertezas que cercam a economia internacional, um dos mercados mais populares da atualidade são as apostas com previsões sobre as criptomoedas. O palpite acerca do preço do bitcoin, especialmente se a moeda digital conseguirá ultrapassar o valor recorde de US$ 120 mil, é um tema que tem sido bastante discutido e especulado.

Em um breve retrospecto, o bitcoin despontou como um ativo digital em 2010, época em que valia menos de um dólar. A primeira valorização considerável da criptomoeda ocorreu em 2013, quando ela chegou a ser vendida a US$ 1.100. Após um período de instabilidades e quedas, o ativo voltou a aumentar em 2017, atingindo pela primeira vez o valor de US$ 20 mil dólares. Desde 2020, o preço do bitcoin vinha aumentando de maneira relativamente estável.

No início de 2025, após as medidas econômicas e comerciais adotadas por Donald Trump, que incluíram taxas sobre itens importados vindos de vários países ao redor do mundo, o valor do ativo chegou a despencar 30%, causando pânico entre os investidores. No entanto, nos meses seguintes houve um movimento de recuperação, e a criptomoeda voltou a se valorizar, superando a marca de US$ 100 mil.

De acordo com o banco de investimentos JP Morgan, o futuro do bitcoin deverá ser promissor, com expectativas mais otimistas do que o do próprio ouro, um dos ativos mais consistentes do mercado. Porém, qualquer movimentação inesperada vinda dos principais agentes internacionais pode causar uma nova turbulência na precificação do bitcoin, o que torna essa previsão ainda mais atrativas para uma parcela dos apostadores.

Os Estados Unidos vão entrar em recessão em 2025?



Outro tema de viés financeiro e econômico que está movimentando o mercado de apostas personalizadas ao vivo é se os Estados Unidos vão ou não entrar em recessão em 2025. Com o retorno de Donald Trump à Casa Branca e a adoção de medidas controversas, muitos analistas já enxergam um risco elevado para uma eventual recessão norte-americana.

Vários bancos e instituições de investimento do país têm estimado uma probabilidade entre 35 e 40% de que as atividades econômicas dos Estados Unidos desacelerem ao longo do ano. Caso isso aconteça, haverá um aumento nos níveis de desemprego, acompanhado por uma queda na renda média da população.

Entre os argumentos que justificam o cenário de recessão, está o fato das tarifas impostas pelo presidente Trump aumentarem à inflação, pois há um crescimento acentuado no preço de diversos produtos. Por outro lado, aqueles que não acreditam em uma possível recessão defendem que as medidas de Donald Trump irão fortalecer a indústria e a economia norte-americana, gerando mais empregos e tornando os Estados Unidos menos dependente de importações de produtos e materiais estratégicos.

Nas últimas semanas, os custos de diversos insumos, incluindo alumínio e aço, dispararam em solo americano. Em contrapartida, outros indicadores relevantes, como os níveis de consumo e os lucros bancários, continuam promissores. Sendo assim a situação é de grande incerteza, o que estimula ainda mais as apostas em ambos os desdobramentos. 

Por que as pessoas gostam tanto de apostar em temas associados à cultura pop?



Com o mundo cada vez mais conectado e o papel essencial das redes sociais na forma com as pessoas se relacionam e consomem conteúdo, existem várias razões que justificam a popularidade de apostas divertidas e personalizadas, relacionadas à cultura pop.

Em primeiro lugar, as apostas são vistas por uma parcela dos usuários como uma extensão do entretenimento. Para muitos fãs, é divertido apostar em quem irá ganhar o prêmio de Álbum do Ano no Grammy, em qual filme irá vencer mais estatuetas no Oscar, ou ainda se um casal de famosos irá subir ao altar ou não.

Outro aspecto interessante é a imprevisibilidade dos mercados de apostas sobre cultura pop, o que por sua vez, proporciona odds atrativas e vantajosas para os apostadores dispostos a arriscar um pouco mais. Esse tipo de aposta também é capaz de proporcionar reviravoltas, algo que desperta o interesse dos usuários à procura de emoção.

Além disso, temas ligados à cultura pop, assim como os de política e economia, são amplamente discutidos e divulgados pelos meios de comunicação, o que faz com que os apostadores se sintam confiantes em palpitar sobre algo que conhecem e já possuem certa familiaridade. Não por acaso, esse já é um dos modelos de apostas mais buscados entre os usuários em todo o planeta.

Assim como os fãs de esportes gostam de apostar nos principais jogos e torneios esportivos, os aficcionados por música, cinema ou política também se sentem mais à vontade com essa modalidade especial de apostas. Sendo assim, a tendência é de que esse estilo ganhe cade vez mais popularidade e conquiste apostadores de diferentes perfis e faixas etárias.

Como realizar suas apostas na Stake



Para aqueles que estão na dúvida sobre como apostar em entretenimento e política na Stake, o primeiro passo é criar uma conta na plataforma, o que pode ser feito de forma simples e rápida. Durante esse processo, o usuário precisa compartilhar algumas informações pessoais como endereço de e-mail, data de nascimento e CPF. Na etapa seguinte, outros dados também são solicitados, como número de celular e endereço completo.

Depois de completar o seu cadastro, o usuário pode aproveitar os bônus e ofertas ativas da Stake, e em seguida realizar seu primeiro depósito no site. A plataforma aceita os principais métodos de pagamento, incluindo cartão de crédito, PIX e transferência bancária.

A partir de então, é possível navegar por toda a plataforma e conferir o catálogo completo de jogos de cassino, mercados de apostas esportivas, especiais e personalizadas. Os usuários cadastrados na Stake também podem obter diversas vantagens através do programa de afiliados. E em caso de dúvidas sobre o funcionamento da plataforma, basta entrar em contato com o chat de atendimento ao cliente, conduzido inteiramente em português.

As melhores apostas personalizadas e especiais você só encontra na Stake

A Stake.com é uma das plataformas de apostas mais completas do Brasil, com um catálogo que inclui desde jogos clássicos de cassino e apostas esportivas, até tipos mais abrangentes de apostas, incluindo as personalizadas, especiais e futuras. Ao apostar em conteúdos sobre política e cultura pop, os usuários têm a chance de aproveitar odds atrativas e palpitar em temas diretamente relacionados ao seu cotidiano e interesses pessoais.

Além disso, a Stake é uma plataforma confiável e comprometida com o jogo responsável, na qual os apostadores têm acesso a uma experiência segura. Portanto, cadastre-se na plataforma e navegue pela imensa variedade de mercados disponíveis na Stake para usufruir apostas de maneira divertida e potencialmente lucrativa.

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El “Pato” García será inmortal con un documental

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En tiempos de la virtualidad, donde todos exponen sus vidas a través de las redes y los jóvenes ven la vida a través de las fotos y vídeos de los “influencers”, tener la oportunidad de conocer uno de los últimos trashumantes que tuvo la tierra colorada es casi un privilegio.

Ángel “Pato” García es un vecino más de la Bajada Vieja para muchos que los ven pasear por la ciudad junto a su amada Amanda. A lo sumo uno lo referencia por su faceta de músico. Pero hasta ahí las nuevas generaciones conocen a este “histórico” de la cultura misionera, que supo recorrer el mundo y codearse con gente del jet set gracias a su talento musical.

De las tierras del Sha de Persia a la campaña electoral de Ronald Reagan. Abrazos con Jack Nicholson, whiskys con Henry Kissinger y un pedido de disculpas por parte de James Bond (Sean Connery). Las aventuras del Pato en sus primeros tiempos en Europa son imposibles de contar en un sólo artículo. Inquieto, apasionado y sin miedo a la aventura, a los 14 partió rumbo a Buenos aires y a los 20 se fue por dos años a Europa… se quedó 37.

“Born in the Bajada Vieja” es el proyecto documental que llevan adelante Marcos Martínez (director) y Pepe Salvia (productor) para llevar al celuloide la historia “de película” de este posadeño que, de cuna humilde, se crio en Posadas. Cuando era adolescente se mudó a Buenos Aires para estudiar guitarra y experimentó con varios géneros musicales como el rock. Años más tarde viajó por el mundo, mientras incursionaba en otros géneros como el bolero, además de estudiar canto y vocalización.

El documental ya está en marcha y el próximo domingo tendrá un emotivo momento al pie de la Bajada Vieja, donde hay un busto que rinde homenaje al músico. Allí se hará un show musical celebrando el natalicio del Pato García y se mostrarán partes de su extensa e idílica historia llena de aventuras y encuentros.

El show será este domingo 23 de julio desde las 18 horas.

Amigo de nobles, estrellas y presidentes (fragmento de una entrevista de Marcelo Luketti)

“En el 67 me fui a Europa con Pedro Ortega, un colega guitarrista paraguayo. Nos conocimos en Bs As y él tenía contrato para tocar en suiza. Me dijo para acompañarlo y sin dudar me saqué el pasaporte a las apuradas”, relata en la comodidad de su hogar Angel Pato García, que en ese entonces tenía 20 años y casi sin proponérselo, llegó a Zurich, donde hicieron base actuando en un restaurante.

“No podíamos tocar sólo nuestra música (paraguaya y del litoral), sino que tocábamos música latinoamericana en general. “Cuando calienta el sol”, “Mis noches sin ti”, alguna galopa como “Recuerdos del Ypacaraí”, “El mensú”, de Ramón Ayala, “Malagueña salerosa”, etc. Eso era lo que gustaba allí”, relata Ángel. La combinación era vistosa y efectiva. El dúo de guitarras (luego se sumó un arpista) vestido con camisas de ao po’i y a veces ponchos, tocando música latinoamericana para el jet set mundial que pasaba sus vacaciones de invierno en Saint Moritz, fue un éxito rotundo y millonarios, actores, empresarios y políticos de la elite mundial los contrataban constantemente para amenizar sus fiestas, que no eran pocas, por cierto.

“Una vez instalados conocimos al Sha de Irán, que tenía una villa de invierno y todos los años iba a esquiar con su familia”, prosigue Ángel. Efectivamente, Mohammad Reza Pahlaví​​​, el Sha de Irán, por esa época era denominado “Rey de Reyes” y llevó al dúo a vivir unas semanas al Palacio Real en Teherán. Absolutamente al margen de cuestiones geopolíticas, el dúo fue también contratado por Enrico de Portanova, el Barón de Portanova, que lo contrató durante 10 años consecutivos para que toque en Navidad y Año Nuevo en Villa Arabesque, su mansión de 28 habitaciones y cuatro piscinas en las afueras de Acapulco.

Así se convirtieron en artistas exclusivos de la alta sociedad. Como los Rosso y los Gancia (los de los famosos aperitivos italianos), Cristina Onassis, que los llevaban a sus fiestas privadas, o el  príncipe Alfonso de Hohenlohe-Langenburg, fundador del Marbella Club Hotel (que en esos tiempos era sólo un pueblito de pescadores). “Allí conocimos a gente poderosa de España, como los Domec (las bodegas y viñedos). Comenzamos a trabajar en cocktalis a la tarde y cenas pequeñas y repente estábamos tocando en reuniones bastante íntimas de no más de 10 o 12 personas y entre ellas, por ejemplo Sean Connery, que estaba súper de moda por interpretar a James Bond, el Agente 007”.

“Una vez fuimos a tocar a su casa para su cumpleaños y su esposa nos manda al fondo, donde esperaba Sean. Al llegar nos dice “no please, no music”. Nos miramos sorprendidos, pero como ya nos habían pagado nos fuimos tranquilos. Al otro día se acercó al Marbella Club Hotel, que era nuestro lugar fijo de trabajo, nos regaló la mejor botella de cognac y pidió disculpas, contándonos que él había invitado sólo 20 personas a su cumpleaños, pero había como 100, y no había comida para todos, por lo que decidió suspender el festejo. Pensar que nosotros en una situación así nos arreglamos pidiendo empanadas”.

Estábamos en una reunión con la familia Agnelli, de la FIAT y nos contrató el modisto Valentino, que presentó su colección de Otoño en la isla de Capri (frente a Nápoles y desde siempre paradisíaco lugar de vacaciones de emperadores romanos), allí conocimos a Don Félix un armador de barcos griego/mexicano, propietario de un hotel. Una vez allí, Don Félix me pregunta si podría tocar el buzuki (esa es especie de mandolina con mango largo y cuerpo de pera muy utilizada en Grecia).

“Va a venir un amigo, Aristóteles Onassis, y se quedará un par de días. Me gustaría agasajarlo con música griega”. Así el Pato, que a la hora de tocar de oído siempre se manejó muy bien, tal es así que Don Félix le elogió la fonética lograda. “Cuando llegó el día estábamos preparados para recibirlo con música griega, pero cuando nos vio con nuestros ponchos exclamó: -Argentinos?, “Y también paraguayo!”, respondió Pedro. Allí Aristóteles cambió la mirada y exclamó -Mbaé Laporte!!!, ante la mirada incrédula de los dos músicos.

La historia sorpresivamente cómica cierra si nuestros personajes hubieran sabido que Onassis conocía muy bien Misiones y Paraguay. Resulta que el multimillonario armador de barcos inició su fortuna en Argentina. Comenzó siendo ascensorista en Buenos Aires y luego comenzó a comprar tabaco y yerba y tabaco en Misiones y Paraguay. “–Cantate unos tangos, por favor, nos dijo Aristóteles, que tenía un terrible acento porteño”, recuerda el Pato. “Era una persona muy agradable, y al despedirse me apretó la mano –Para que te compres un par de corbatas, me dijo, y me dio 2 mil dólares. En esa época, te imaginás”.

Y así seguimos hablando y viendo sus fotos con Alain Delon, Briggite Bardot, Rudolph Nureyev, Sandro, Christopher Reeves (Súperman) , Lex Barker (Tarzán), Jack Nicholson, José Feliciano, Franz Beckembahuer, Richard Chamberlain, Tony Curtis, Grace Kelly, Julio Iglesias, Fulgencio Batista (ex presidente cubano derrocado por Fidel Castro), Ringo Star, Franco Nero, Astor Piazzola, Ed Kennedy, Liz Taylor, Kirk Douglas, Robert de Niro, Gina Lollobrigida, Roman Polanski y muchas estrellas y personajes del jet set mundial disfrutaron en la intimidad de reuniones muy exclusivas, de la música del Pato García durante sus primeros años de su gran aventura europea.

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Reeditarán los libros de James Bond para quitar referencias “ofensivas”

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Mientras todavía resuenan los debates por la decisión de la editorial británica que decidió cambiar algunas expresiones de los libros de Roald Dahl para “adecuarlos” al clima de época, la compañía que posee los derechos de los libros de James Bond anunció que quitará algunas alusiones potencialmente ofensivas, entre ellas la apelación a “negro” que es utilizada para aludir a los esclavos.

Las modificaciones se producen luego de que los textos fueran leídos por un equipo de lectores encargados de decidir, en función de la sensibilidad de la época, si la representación de algún grupo de la población en un libro puede resultar incómoda.

Justo cuando se cumplen 70 años de la aparición del primer libro de la serie, “Casino Royale”, estos “especialistas” recomendaron sustituir algunas descripciones raciales sobre personas negras para que no sean racistas, así como otras palabras o descripciones chocantes. Además, en las versiones para los Estados Unidos, las escenas de sexo han sido suavizadas

Paralelamente se introducirá una advertencia para acompañar las aventuras del agente 007 que recordará que “este libro fue escrito en un momento en que términos y actitudes que podrían ser consideradas ofensivas por los lectores modernos eran habituales”.

“Se han hecho un número de actualizaciones en esta edición, al tiempo que se mantiene lo más cercana posible al texto original y al período en el que se sitúa”, señalará el aviso, revelado por el periódico Sunday Telegraph.

El diario cita como ejemplo de los cambios un pasaje en el que Bond se encuentra de visita en un club de striptease de Harlem, en Nueva York. “Bond podía escuchar a la audiencia jadeando y gruñendo como cerdos en el abrevadero. Sintió que sus propias manos agarraban el mantel. Tenía la boca seca”, reza el texto original, que ha sido cambiado por “Bond podía sentir la tensión eléctrica en la habitación”.

La palabra “nigger”, considerada sumamente ofensiva contras las personas negras, tanto que incluso los periódicos actualmente al mencionarla solo la describen como la “n word” (la palabra con “n”) ha sido eliminada prácticamente por completo y sustituida por “persona negra” o “hombre negro”.

A fines del año pasado, esa misma palabra había suscitado una polémica con otra obra célebre: “Diez negritos”, de la escritora británica Agatha Christie, que desde entonces pasó a llamarse “Y no quedó ninguno”.

Bajo el argumento de que “las palabras importan”, hace unos días la editorial Puffin decidió eliminar de los libros de Roald Dahl, autor de obras como “Matilda” o “Charlie y la fábrica de chocolate”, palabras como “gordo” y “feo” con el supuesto propósito de que las obras en cuestión sean más inclusivas y menos ofensivas.

Con las obras de James Bond se espera lograr el mismo resultado en las nuevas versiones que verán la luz el próximo abril, cuando se cumplen 70 años de la publicación del primer libro de Ian Fleming, “Casino Royale”.

En varios de los libros, como “Operación Trueno” (1961), “Solo para tus ojos” (1960) y “Goldfinger” (1959) se han suprimido las etnias. Las modificaciones de la edición estadounidense de “Vive y deja morir” fueron autorizadas por el propio Fleming, quien murió en 1964.

El sello Ian Fleming Publications dijo a The Telegraph: “Revisamos el texto de los libros originales de Bond y decidimos que lo mejor que podíamos hacer era seguir el ejemplo del autor. Hemos introducido en ‘Vive y deja morir’ los cambios que él mismo autorizó. Siguiendo su enfoque, hemos examinado los casos de varios términos raciales en los libros y hemos eliminado varias palabras o las hemos sustituido por términos más aceptados hoy en día, pero acordes con la época en que se escribieron los libros”.

Las películas de James Bond son una de las franquicias de mayor éxito de todos los tiempos, con una recaudación conjunta de 7.400 millones de euros. Daniel Craig, el último actor en encarnar al espía británico y que se retira del papel tras la película de 2021 “Sin tiempo a morir” pasará el relevo a la actriz negra Lashana Lynch.

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Bond, James Bond, ya está en el IMAX del Conocimiento

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Con Daniel Craig como protagonista, el IMAX del Conocimiento  presenta este jueves un nuevo estreno de acción, aventuras y suspenso. “Sin tiempo para morir” es la nueva entrega del Agente 007, que cuenta con un elenco estelar y está dirigida por Cary Fukunaga (Jane Eyre y True Detective). Las entradas están a la venta en imaxdelconocimiento.com
Luego de veinticinco películas, la franquicia de James Bond, el agente secreto más famoso de la historia del cine,  anuncia un recambio después de este film. Su protagonista, Daniel Craig, anunció que “Sin tiempo para morir” sería su quinta y última intervención como actor que encarna al agente 007, después de “Spectre”, de 2015. Pone fin, de esta manera, a una ilustre lista en la que figuran actores como Pierce Brosnan, Sean Connery, Roger Moore, Timothy Dalton, entre otros. 
En “Sin tiempo para morir”, Bond dejó el servicio activo y disfruta de una vida tranquila en Jamaica. Su paz dura poco cuando su viejo amigo Felix Leiter de la CIA aparece pidiendo ayuda. La misión de rescatar a un científico secuestrado resulta ser mucho más traicionera de lo esperado, lo que lleva a Bond tras la pista de un misterioso villano armado con nueva y peligrosa tecnología.Daniel Craig (007), está acompañado por Rami Malek (Freddie Mercuri),  Ralph Fiennes (El Paciente Inglés), Chistopher Waltz (Bastardos sin Gloria), Naomi Harris (Fuera de la ley), entre otros. 
Cartelera del IMAX del Conocimiento del jueves 30 al domingo 3 de octubre (3D +13).jueves 3018.00. 007: Sin tiempo para morir (3D Castellano)21.00. 007: SIn tiempo para morir (3D Subtitulada)
Viernes 118.00. 007: Sin tiempo para morir (3D Castellano)
21.00. 007: Sin tiempo para morir (3D Subtitulada)
Sábado 215.00. 007: Sin tiempo para morir (3D Castellano)18.00. 007: Sin tiempo para morir (3D Castellano)21.00. 007: Sin tiempo para morir (3D Subtitulada)
Domingo 317.00. 007: Sin tiempo para morir (3D Castellano)20.00. 007: Sin tiempo para morir (3D Subtitulada)

Tarifas
Entrada general $500. Menores de 12 años y jubilados $450. Tickets disponibles en la web imaxdelconocimiento.com o en la App del IMAX.

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